Conhece William Burroughs? Nem eu. Parece que ele foi um autor de ficção científica que nas horas vagas brincava com textos aleatórios, bem daqueles que te fizeram ver nas aulas de literatura do segundo grau, quando te falaram sobre o Dadaísmo. Para quem não se incomodou em lembrar, para fazer um texto aleatório você simplesmente recorta passagens e trechos de um punhado de fontes e cola em ordem aleatória. Se estiver brincando com pedaços de papel, você pode jogar tudo num saco e ir sorteando. Se estiver usando texto eletrônico, você pode usar isto.

Aqui está uma pequena amostra do que a maquininha é capaz de produzir, usando as postagens de 28 e 29 de janeiro da Computaria Explícita:

De vez em quando eu me pergunto me está usando língua bárbara para quando poderia muito lugares, é um problema para o pessoal em questão, tenho mas eu as de merda pelo menos alguns desse como língua nativa – esses aí estão um dia inglês mais variada!”. Mas as únicas pessoas que outros vendo são os gritos de agora lerem isso. as essas, um grande “só que se inglês. Não vejo a um certo tempo) estar falando em bom amigos e conhecidos brasileiros não inglês nos seus respectivos “merda na cabeça” como argumento, por dia. É saudável. log em que tenha inglês de gente que eu supostamente bem pensada: “escrevendo em deixar comentários mesmo, que padrão?

Outra coisa que eu estou estarão erradas, obviamente. Podem delas considerem como ataque lamento”.

Eu já tentei escrever coisas de um jogo ou anime que eu gostei. Na artigo sempre parece falso e forçado, pelo menos para máximo” quando escrevo para esculachar com algo ou alguém, é que não vou mais tentar ser bonzinho. Já em elogiar. o de qualquer pessoa livres, por enquanto. O que bem meu ‘blog’ para uma audiência maior e nesses pois o “ataque pessoal!” se as pessoas que eu minutos Para essas, um grande “só passa na cabeça bando a merda da cabeça ou os acontecimentos do costumam Claro que isso esses comentários são deixados por Elas alguém que não tenha a cabeça cheia Aduba estou falando dos americanos, ou incomoda mesmo é que português.

Já estou eu abro o salvo raras excessões, são diários virtuais. Alguém mais percebe em mente para o pessoal escutarem que estão erradas. pessoal que faz web conheço (mas que não transcrever até imaginando a resposta têm que ler em inglês. brasileiros que escrevem em até apontar desafio a apontar idéias.

Pode ser que algumas “boazinhas”. Sabe, genuínamente falar bem de alguma coisa, geralmente maioria das vezes, eu falhei miseravelmente: o tal do mim. Parece que eu só consigo atingir o “poder ou para escrever uma lamentação manhosa como esta aqui.

Eu tem gente o suficiente por aí que é boa

~ por mestrebira em 01/02/2004.

Uma resposta to “”

  1. Burroughs era um dos escritores da “geração beat”. Entusiasta do uso de entorpecentes, bissexual e maníaco por armas… Sua contribuição para a ficção científica veio com “The Naked Lunch”, que retrata uma realidade meio psicodélica e bizarra e dizem ter influenciado os escritores cyberpunk – especialmente Sterling e Gibson.

    O Burroughs era um maluco, matou a própria esposa brincado de roleta russa.:/

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